<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><IIP_ARTICLE><TEMPLATE_VERSION>4.00</TEMPLATE_VERSION><LANGUAGE>Portuguese</LANGUAGE><POSTING_INFO><POST_DATE><![CDATA[05/30/2012]]></POST_DATE><POST_TIME><![CDATA[11:16:51]]></POST_TIME></POSTING_INFO><DOCUMENT><ARTICLE_DATE><![CDATA[05/24/2012]]></ARTICLE_DATE><ARTICLE_TIME><![CDATA[11:38:21]]></ARTICLE_TIME><ARTICLE_DATE_IN_LANGUAGE><![CDATA[24 de maio de 2012]]></ARTICLE_DATE_IN_LANGUAGE><CONTENT_REQUESTED_BY></CONTENT_REQUESTED_BY><TRANSLATION_REQUESTED_BY>Regional team/Posts</TRANSLATION_REQUESTED_BY><AUTHORING_INFO><CREATE_DATE><![CDATA[2012/05/30]]></CREATE_DATE><ORIGINAL_DATE_OF_PUBLISHING>2012/05/30</ORIGINAL_DATE_OF_PUBLISHING><LAST_REVISION_DATE><![CDATA[2012/05/30]]></LAST_REVISION_DATE></AUTHORING_INFO><WORD_COUNT>652</WORD_COUNT><DOC_TYPE>Text</DOC_TYPE><ANNUNCIATOR></ANNUNCIATOR><HEADLINE><![CDATA[Prefácio de Hillary Clinton aos Relatórios sobre Direitos Humanos 2011 do Departamento de Estado]]></HEADLINE><SUMMARY><![CDATA[<p>
	<em>O prefácio a seguir da secretária de Estado, Hillary Rodham Clinton, foi extraído dos </em><a href="http://www.state.gov/j/drl/rls/hrrpt/humanrightsreport/index.htm" target="_blank">Relatórios sobre Práticas de Direitos Humanos por País 2011</a> <em>do Departamento de Estado dos EUA</em>.</p>]]></SUMMARY><CONTENT_HEADER></CONTENT_HEADER><CONTENT_BODY><![CDATA[<p>
	Departamento de Estado dos EUA<br>
	Bureau de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho<br>
	24 de maio de 2012</p>
<p>
	<strong>Relatórios sobre Práticas de Direitos Humanos por País 2011</strong></p>
<p>
	<strong>Prefácio da secretária de Estado, Hillary Rodham Clinton</strong></p>
<p>
	O mundo mudou de maneira imensurável no curso de 2011. No Oriente Médio, no Norte da África e em outros lugares, os cidadãos se levantaram para exigir respeito pela dignidade humana, mais oportunidades econômicas promissoras, maior liberdade política e voz ativa para decidir o próprio futuro. Quase sempre enfrentaram dificuldades tremendas e resistiram a respostas violentas de seus governos. As revoltas resultantes ainda estão se desdobrando em lugares como a Síria, onde o regime brutalizou seu próprio povo. Na Birmânia, depois de anos de repressão, o governo adotou medidas preliminares para permitir que as reformas tenham início. Os <em>Relatórios sobre Práticas de Direitos Humanos por País</em> deste ano relatam essas mudanças drásticas e as histórias de pessoas que defendem os direitos humanos em quase 200 países em todo o mundo.</p>
<p>
	O Congresso requisitou estes relatórios por país há mais de três décadas para ajudar a orientar as decisões dos legisladores sobre ajuda militar e econômica externa, mas esse trabalho evoluiu para algo muito maior. Hoje, governos, organizações intergovernamentais, acadêmicos, jornalistas, ativistas e outras pessoas e entidades em todo o mundo dependem destes relatórios como uma atualização essencial sobre as condições dos direitos humanos no mundo – onde foram feitos progressos, onde os progressos se deram de forma muito morosa ou a grande custo e, com muita frequência, onde houve retrocesso.</p>
<p>
	Nossos relatórios fundamentam-se na simples verdade que está no cerne da Declaração Universal dos Direitos Humanos – que todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. O respeito pelos direitos humanos não é uma concepção ocidental ou um ideal exclusivamente americano; é o fundamento da paz e da estabilidade em todos os lugares. Os direitos humanos universais incluem o direito dos cidadãos de se reunir pacificamente e tentar reformar ou mudar seus governos, tema central em todo o mundo em 2011. Como disse o presidente Obama: “A História nos oferece um veredicto claro: os governos que respeitam a vontade de seu povo, que governam por consenso e não por coerção, são mais prósperos, mais estáveis e mais bem-sucedidos do que os governos que não o fazem.”</p>
<p>
	Em minhas viagens pelo mundo como secretária de Estado, encontrei muitas pessoas que arriscam a vida para fazer avançar a causa dos direitos humanos e da justiça. Por meio de gestos pequenos e grandes, elas responsabilizam seus governos pela manutenção dos direitos humanos universais. Sua coragem e seu compromisso com reformas pacíficas são uma inspiração. Este relatório reconhece a coragem dessas pessoas e deve servir para lembrar que: os Estados Unidos estão com aqueles que buscam avançar a dignidade humana, e continuaremos a direcionar a atenção internacional para seus esforços.</p>
<p>
	Estes relatórios fazem parte do nosso compromisso mais amplo com a promoção dos direitos humanos. Todos os dias, funcionários do Departamento de Estado, da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional e de muitos outros órgãos governamentais dedicam-se a fazer avançar os direitos humanos como prioridade da política externa dos EUA. Eles lutam por nossos valores em todos os países do mundo e defendem os direitos e as liberdades inerentes a todas as pessoas. É uma honra trabalhar com eles, e agradeço a todos pelas contribuições para este relatório.</p>
<p>
	Em nome de todos eles e de todas as pessoas no mundo que trabalham para proteger os direitos humanos, por este ato, transmito ao Congresso dos Estados Unidos os<em> Relatórios sobre Práticas de Direitos Humanos por País 2011</em> elaborados pelo Departamento de Estado.</p>
<p>
	Hillary Rodham Clinton<br>
	Secretária de Estado</p>]]></CONTENT_BODY><CONTENT_FOOTER></CONTENT_FOOTER><PROCLAMATION><![CDATA[]]></PROCLAMATION><CONTENT_TEASER><![CDATA[<p>
	O prefácio da secretária de Estado, Hillary Rodham Clinton, define como os Relatórios sobre Práticas de Direitos Humanos por País 2011, elaborados pelo Departamento de Estado, destacam mudanças drásticas e histórias de pessoas que defendem os direitos humanos em quase 200 países em todo o mundo.</p>]]></CONTENT_TEASER><CONTENT_FACEBOOK></CONTENT_FACEBOOK><CONTENT_TWITTER></CONTENT_TWITTER><CONTENT_MOBILE_HEADLINE></CONTENT_MOBILE_HEADLINE><CONTENT_MOBILE_BLURB></CONTENT_MOBILE_BLURB></DOCUMENT><PUBLISHING_INFO><DO_NOT_DISTRIBUTE_ANYWHERE>0</DO_NOT_DISTRIBUTE_ANYWHERE><STAFF_USE_ONLY>0</STAFF_USE_ONLY><VERSION>2</VERSION><SLUG_ID><![CDATA[201205306456]]></SLUG_ID><ROOT_SLUG_ID><![CDATA[201205246240]]></ROOT_SLUG_ID><PRODUCT_ID>TEXTTRANS</PRODUCT_ID><PRODUCT_ID_NAME><![CDATA[Text or Transcript]]></PRODUCT_ID_NAME><IIP_THEME_CODE>DEMOC</IIP_THEME_CODE><IIP_THEME_NAME><![CDATA[Democracy/Democratic Institutions]]></IIP_THEME_NAME><PACKAGE_TITLE></PACKAGE_TITLE><PACKAGE_TITLE_WITH_YEARMONTH></PACKAGE_TITLE_WITH_YEARMONTH><CATEGORY1><![CDATA[PT/REGION/AFRICA]]></CATEGORY1><COUNT_OF_CATEGORIES>1</COUNT_OF_CATEGORIES><PUBLICATION_TITLE></PUBLICATION_TITLE><PUBLICATION_TITLE_WITH_YEARMONTH></PUBLICATION_TITLE_WITH_YEARMONTH><PUBLICATION_TABLE_OF_CONTENTS>False</PUBLICATION_TABLE_OF_CONTENTS></PUBLISHING_INFO><SEARCH_ENGINE_KEYWORDS><![CDATA[direitos humanos; Hillary Rodham Clinton; Relatórios sobre Práticas de Direitos Humanos; sociedade civil; Irã; Irão; Oriente Médio; Médio Oriente; Norte da África; África do Norte]]></SEARCH_ENGINE_KEYWORDS><MORE_COVERAGE_HEADLINE_1></MORE_COVERAGE_HEADLINE_1><MORE_COVERAGE_URL_1></MORE_COVERAGE_URL_1><MORE_COVERAGE_HEADLINE_2></MORE_COVERAGE_HEADLINE_2><MORE_COVERAGE_URL_2></MORE_COVERAGE_URL_2><MORE_COVERAGE_HEADLINE_3></MORE_COVERAGE_HEADLINE_3><MORE_COVERAGE_URL_3></MORE_COVERAGE_URL_3><MORE_COVERAGE_HEADLINE_4></MORE_COVERAGE_HEADLINE_4><MORE_COVERAGE_URL_4></MORE_COVERAGE_URL_4><MORE_COVERAGE_HEADLINE_5></MORE_COVERAGE_HEADLINE_5><MORE_COVERAGE_URL_5></MORE_COVERAGE_URL_5><SmallPhotoURL1></SmallPhotoURL1><SmallPhotoCaption1></SmallPhotoCaption1><PhotoCredit1></PhotoCredit1><PhotoAltText1></PhotoAltText1><EnlargedPhotoURL1></EnlargedPhotoURL1><EnlargedPhotoCaption1></EnlargedPhotoCaption1><SmallPhotoURL2></SmallPhotoURL2><SmallPhotoCaption2></SmallPhotoCaption2><PhotoCredit2></PhotoCredit2><PhotoAltText2></PhotoAltText2><EnlargedPhotoURL2></EnlargedPhotoURL2><EnlargedPhotoCaption2></EnlargedPhotoCaption2><MULTIMEDIA_PAYLOAD><URL></URL><THUMBNAIL_URL></THUMBNAIL_URL><THUMBNAIL_CREDIT></THUMBNAIL_CREDIT><THUMBNAIL_ALT_TAG></THUMBNAIL_ALT_TAG></MULTIMEDIA_PAYLOAD></IIP_ARTICLE>