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Em Poucas Palavras

Feliz Aniversário, Lei de Espécies em Perigo de Extinção!

12 de janeiro de 2012

Quando a Lei de Espécies Ameaçadas foi aprovada em 1973, as empresas dos EUA e indústrias previram que proteger a vida selvagem causaria prejuízos econômicos. Trinta e oito anos depois, os animais e as pessoas ainda estão desfrutando de seus benefícios.

Este furão de patas negras foi uma das muitas espécies que tinham algo para comemorar no 38º dia do aniversário da “Lei das Espécies em Perigo de Extinção” dos Estados Unidos.

Essa lei dos EUA, promulgada em 28 de dezembro de 1973, estabeleceu proteções legais para espécies animais e vegetais em risco de extinção, bem como para seus habitats.

Outras espécies tiradas da beira da extinção por essa legislação-marco incluem o condor da Califórnia, o jacaré americano, a equinácea do Tennessee, o Okaloosa darter (da família Percidae e da espécie Etheostoma okaloosae), o pelicano marrom, o ganso do Canadá das Ilhas Aleutas e o falcão-peregrino.

A lei também é boa para as pessoas. Criar e restaurar ecossistemas saudáveis ​​gera benefícios econômicos, especialmente originados do turismo e de gastos com recreação. O ar puro, a água pura e a erosão reduzida da terra pagam dividendos na melhoria da saúde humana.

Outra razão pela qual 1973 foi um bom ano para a biodiversidade: a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites), um dos primeiros acordos internacionais que tratam da situação das espécies em perigo de extinção, também foi adotada naquele ano, em Washington. Os Estados Unidos estavam entre os 21 signatários originais.