Introdução dos painéis
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Crédito foto: Cortesia
Alt: Grupo sentado no palco do teatro ouve duas pessoas em pé (Cortesia: Emad Salem, Battery Dance Company)
Alunos e bailarinos recebem informações sobre a segurança do palco antes de se apresentarem no histórico Theatro da Paz em Belém, no Brasil. São participantes do Dancing to Connect, iniciativa da Battery Dance Company de Nova York, que esteve no Brasil e no Suriname em maio, reunindo jovens de diferentes origens e inspirando-os a criar sua própria coreografia com uma série de oficinas de dança.
A Battery Dance Company realizou oficinas de uma semana para 80 participantes em Paramaribo, no Suriname, 100 participantes em Belém e 100 em Fortaleza, no Brasil. Cada semana terminava com uma apresentação pública com bailarinos locais e de Nova York.
Painel 1
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Crédito foto: Cortesia
Alt: Pessoas dançam no palco (Cortesia: Alessandra Serrão/Ag. Pará)
Alunos apresentam a primeira de cinco peças do Dancing to Connect que coreografaram para a apresentação no Theatro da Paz em Belém. Os jovens bailarinos aqui retratados participam do Pró Paz, projeto social conduzido pelo estado do Pará que oferece programas culturais e educacionais para jovens em situação de risco.
A Battery Dance Company levou o Dancing to Connect a 30 países da África, do Oriente Médio, da Europa e da Ásia. Esse foi o primeiro programa na América do Sul e foi patrocinado pelo Departamento de Estado dos EUA.
Painel 2
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Crédito foto: Cortesia
Alt: Pessoas dançam no palco (Cortesia: Alessandra Serrão/Ag. Pará)
Alunos de escolas públicas de Belém apresentam a coreografia que criaram junto com Sean Scantlebury, da Battery Dance Company, no palco do Theatro da Paz.
“Aprendi a lidar com meu corpo, melhorando a minha técnica e os movimentos corporais. Aprendemos muito com Sean, principalmente como se comportar em grupo e conviver como uma família.”
– Joyce, participante do Dancing to Connect
Painel 3
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Crédito foto: Cortesia
Alt: Bailarinos se apresentam em pares (Cortesia: Alessandra Serrão/Ag. Pará)
Alunos do Pró Paz e bailarinos do Centro de Dança Ana Unger apresentam-se em pares durante “Unveiled” (“Desvelado”), peça que coreografaram com Robin Cantrell, da Battery Dance Company
“O Dancing to Connect foi com certeza uma das melhores experiências que já tive, tanto em termos de dança como de arte em geral. Foi uma experiência incrivelmente enriquecedora, tanto pessoal quanto artisticamente. Vou carregá-la para sempre comigo na memória, e isso me faz acreditar que a arte pode ter um significado e agregar ou mesmo mudar a realidade de um lugar e de sua gente. (…) Todos vocês estarão em nosso coração. Vocês nos fizeram ter orgulho de ser bailarinos e ver que a dança está dentro de nós, independente de nossos estilos, origens ou posição na sociedade.”
- Nigel, participante do Dancing to Connect e trainee de professor
Painel 4
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Crédito foto: Cortesia
Alt: Grupo de pessoas posa para foto (Antonio Cícero/Instituto de Artes do Pará)
Dançarinos de balé do Centro de Dança Ana Unger e dançarinos de rua do Pró Paz posam com Sonia Massoud, do Instituto de Artes do Pará, e Robin Cantrell, da Battery Dance Company.
“O que vi esta semana foi um vínculo realmente forte entre o professor e seus alunos e tenho certeza de que carregarei isso comigo para o resto da vida. É uma nova forma de interagir com os jovens e outras pessoas que não conheço. (…) Penso que isso criou uma nova maneira de olhar a dança — que a dança é plural, não singular, e que ela fala muitas línguas.”
– Ismael, participante do Dancing to Connect e trainee de professor
Painel 5
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Crédito foto: Cortesia
Alt: O prédio art nouveau com os dizeres Theatro José de Alencar (Cortesia: Barry Steele, Battery Dance Company)
Após uma semana em Belém, a Battery Dance Company viajou para Fortaleza, também no Brasil, para mais oficinas e apresentações. A última apresentação do Dancing to Connect foi realizada no belo e histórico Theatro José de Alencar, obra-prima da art nouveau.
Painel 6
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Crédito foto: Cortesia
Alt: Bailarinos se exercitam diante do espelho (Cortesia: Emad Salem, Battery Dance Company)
A Battery Dance Company realizou oficinas para cerca de cem jovens bailarinos do grupo Bailarinos de Cristo Amor e Doações (BCAD), que oferece programas culturais para jovens carentes em Fortaleza.
Sean Scantlebury (de calça branca, em pé próximo ao espelho) conduz os alunos em exercícios de aquecimento no início de uma oficina.
Painel 7
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Crédito foto: Cortesia
Alt: Bailarinos sentados diante do espelho (Cortesia: Emad Salem, Battery Dance Company)
Carmen Nicole Smith, da Battery Dance Company (mais baixo à direita), explica um exercício da oficina para alunos do BCAD. Cada bailarino recebe foto de uma pintura famosa para interpretá-la e apresentá-la em coreografia solo.
Painel 8
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Alt: Bailarinos fazem alongamento diante do espelho (Cortesia: Emad Salem, Battery Dance Company)
O bailarino nova-iorquino Bafana Matea (com lenço de cabeça) faz aquecimento com alunos do BCAD antes de iniciar a oficina.
Painel 9
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Crédito foto: Cortesia
Alt: Bailarinos atuam no palco (Cortesia: Emad Salem, Battery Dance Company)
Durante a última apresentação do Dancing to Connect no Theatro José de Alencar, alunos do BCAD interpretam “Long Journey” (“A Longa Jornada”), uma das cinco peças que eles próprios coreografaram.
Painel 10
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Crédito foto: Cortesia
Alt: Cinco bailarinos da Battery Dance Company posam em teatro cheio de requinte (Cortesia: Barry Steele, Battery Dance Company)
A Battery Dance Company no Theatro da Paz, em Belém. A partir da esquerda: Bafana Solomon Matea, Robin Cantrell, Carmen Nicole Smith, Mira Bai Cook, Sean Scantlebury.
De volta à cidade de Nova York após 3 semanas agitadas no Brasil e no Suriname: 4 apresentações esgotadas do Dancing to Connect, 4 miniapresentações, 85 técnicos locais capacitados, 175 participantes de oficinas únicas, 250 participantes do Dancing to Connect, 300 horas de duração total da oficina, 2.430 espectadores... Incontáveis novos amigos e parceiros.
- Blog da Battery Dance Company
Itens relacionados: Galeria de fotos da Embaixada dos EUA em Paramaribo e site da Battery Dance Company