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		<ARTICLE_DATE>06/30/2011</ARTICLE_DATE>

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		<ARTICLE_DATE_IN_LANGUAGE>30 de junho de 2011</ARTICLE_DATE_IN_LANGUAGE>

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		<HEADLINE><![CDATA[O Diálogo Estratégico sobre a Política Energética EUA-Brasil]]></HEADLINE>

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		<SUMMARY><![CDATA[]]></SUMMARY>

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		<CONTENT_BODY><![CDATA[<p>Narradora:<br> Em março de 2011, o presidente Obama e a presidente brasileira Dilma Rousseff revigoraram relações políticas e econômicas entre os dois países, assinando uma série de acordos preliminares para estabelecer fortes laços comerciais e reforçar a cooperação em áreas como comércio, educação, tecnologia e viagens aéreas.</p>

 

 <p>A energia também foi uma questão primordial discutida durante a visita. O presidente Obama e a presidente Rousseff concordaram que os dois países têm interesses convergentes em assuntos relacionados à energia, incluindo petróleo, gás natural, biocombustíveis e outras energias renováveis. O presidente Obama disse que os Estados Unidos pretendem ser um parceiro estratégico do Brasil no setor energético.</p>

 

 <p>Depois de sua visita ao Brasil, o presidente Barack Obama se dirigiu ao povo americano sobre a importância de uma política energética saudável e sustentável, e a promessa de biocombustíveis renováveis.</p>

 

 <p>Presidente Obama:<br> Se alguém duvida do potencial destes combustíveis, considerem o Brasil. Como eu disse, eu estive lá na semana passada. Metade dos veículos do Brasil é movida a biocombustíveis – metade da sua frota de automóveis é movida a biocombustíveis em vez de petróleo. Na semana passada, a nossa Força Aérea – a nossa própria Força Aérea – usou uma mistura de biocombustíveis avançados para pilotar um Raptor 22 – um Raptor F-22 mais rápido que a velocidade do som. Pense nisso.</p>

 

 <p>Portanto, não há razão pela qual não devemos usar esses combustíveis renováveis ​​em todo Estados Unidos. E é por isso que estamos investindo em coisas como postos de abastecimento e pesquisa para a próxima geração de biocombustíveis.</p>

 

 <p>Narradora:<br> Obama e Dilma iniciaram um Diálogo Estratégico sobre Energia buscando aumentar a cooperação e pesquisa em um conjunto amplo de questões energéticas com o objetivo de criar empregos e garantir o fornecimento de energia nos dois países. Ambos os presidentes elogiaram o Grupo de Trabalho sobre Energia e o Memorando de Entendimento para o Avanço da Cooperação em Biocombustíveis. Eles decidiram que seu trabalho será realizado sob os auspícios do Diálogo Estratégico sobre Energia.</p>

 

 <p>Logo após o presidente Obama regressar do Brasil, uma delegação de funcionários do setor de energia brasileiro, líderes sindicais e acadêmicos visitaram o Departamento de Estado dos EUA para discutir questões energéticas. Luiz Antonio Rossi é da Universidade de Campinas.</p>

 

 <p>Luis Rossi:<br> Eu acho que é uma possibilidade de troca de experiências, principalmente no desenvolvimento tecnológico que, no caso do Brasil, esse desenvolvimento é bastante particular em algumas áreas. E, notadamente, nos últimos 30 anos, na minha opinião como pesquisador, nós avançamos muito em áreas estratégicas que nós éramos extremamente dependentes de tecnologia do exterior. Eu acredito que a política externa americana melhorou bastante a sua relação com o Brasil, principalmente na área de biocombustíveis e também na área agrícola, na produção de biomassa.</p>

 

 <p>Richard Simmons:<br> Percebemos que há muita sinergia com o Brasil.</p>

 

 <p>Narrador:<br> Richard Simmons trabalha no Escritório de Energia Internacional e Commodities do Departamento de Estado dos EUA.</p>

 

 <p>Richard Simmons:<br> Do lado brasileiro, reconhecemos que eles têm uma iniciativa de energia renovável muito extensa e estamos impressionados com a sua matriz energética em termos de sua carteira de opções ambientalmente saudáveis.</p>

 

 <p>Narrador:<br> O diálogo energético estratégico baseia-se no trabalho do Grupo de Trabalho Binacional Brasil-EUA sobre Energia. O diálogo e as parcerias resultantes entre as duas maiores democracias e economias das Américas criarão postos de trabalho em ambos os países, tornarão o fornecimento de energia mais seguro e ajudarão a enfrentar o desafio das mudanças climáticas.</p>

 

 <p>Richard Simmons:<br> Temos três pilares de cooperação. Existe a pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) bilateral, onde há um intercâmbio científico em tecnologia, principalmente relacionado a biocombustíveis avançados. Há um componente trilateral, em que trabalhamos com terceiros países, os EUA e o Brasil, e outros países que queiram desenvolver políticas e capacidade. E depois há um aspecto multilateral onde cooperamos em foros internacionais.</p>

 

 <p>Narrador:<br> Além da criação de empregos e da segurança energética, o movimento em direção a um futuro com emissões de carbono reduzidas é um objetivo-chave do Diálogo Estratégico sobre Energia EUA-Brasil. A sustentabilidade diz respeito não apenas à questão das mudanças climáticas, mas questões econômicas e sociais também. Marcelo Guerra é o Superintendente do SINDAÇÚCAR, Sindicato das Indústrias do Açúcar e do Álcool de Pernambuco.</p>

 

 <p>Marcelo Guerra:<br> O setor sucroenergético no Brasil é extremamente importante; é estratégico, porque envolve a indústria, a agricultura, o comércio e a logística. Então nós contamos com cerca de 1 milhão de pessoas diretamente ligadas nessa atividade de forma muito responsável. Então, é realmente um setor estratégico, porque nós produzimos alimentos, produzimos combustível e produzimos energia renovável.</p>

 

 <p>Richard Simmons: <br> Os EUA estão observando muito mais de perto o desenvolvimento sustentável. Percebemos que a situação atual e a taxa de crescimento para a energia de combustíveis fósseis não é sustentável. O Brasil tem dado passos muito proativos em direção à integração de programas de desenvolvimento sustentável tangíveis em sua própria abordagem. E seu papel será cada vez mais atuante. Isso se vê quando começamos projetos, e não agora, após o fato. Não pode ser tratado como um tema separado. Tem de ser integrado na forma como se aborda algo desde o início. Sabe, quando você projeta algo deve-se discutir os materiais usados, de onde vêm, sua pegada e o ciclo de vida. Tudo isso é incorporado na estratégia e isso é uma indicação importante de progresso.</p>

 

 <p>Narrator:<br> Este podcast é produzido pelo Bureau de Programas de Informações Internacionais do Departamento de Estado dos EUA. Links para outros sites da Internet ou opiniões expressas não devem ser considerados um endosso de outros conteúdos e pontos de vista.</p>]]></CONTENT_BODY>

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		<PROCLAMATION><![CDATA[<P>(Produzido pelo Bureau de Programas de Informações Internacionais do Departamento de Estado dos EUA. Site: http://iipdigital.usembassy.gov/iipdigital-pt/index.html)</P>]]></PROCLAMATION>

		<CONTENT_TEASER><![CDATA[<p>Os Estados Unidos e o Brasil têm interesses convergentes em assuntos relacionados a energia, incluindo petróleo e gás natural, biocombustíveis e outras energias renováveis​​. Ouça analistas brasileiros e americanos discutindo o progresso que ambos os países têm feito sobre as questões energéticas.</p>]]></CONTENT_TEASER>

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