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Artigos

Patinador artístico dos EUA, Edmunds, está em casa no gelo

Por Morgan O'Brien | Staff Writer | 28 de janeiro de 2014
David Glynn, Polina Edmunds e Marina Klimova (Imagens AP)

Polina Edmunds, ao centro, reage às suas pontuações com seus treinadores David Glynn, à esquerda, e Marina Klimova ao seu lado, no Campeonato Americano de Patinação Artística, em 11 de janeiro

Washington – Em fevereiro, a maioria dos alunos da escola de ensino médio Archbishop Mitty, de San Jose, na Califórnia, estará concentrada nas lições de casa e nos exames intermediários. Os pensamentos da segundanista Polina Edmunds podem estar em outro lugar, porque de 19 a 20 de fevereiro a patinadora artística estará no centro do palco no Iceberg Skating Palace representando a equipe dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014 em Sochi, na Rússia.

“Ainda não falei sobre isso com meus professores”, disse o fenômeno da patinação de 15 anos de idade, “mas vou levar meu trabalho comigo e levarei meu iPad para ficar de olho nas coisas”.

Apesar de Polina estar em dia com seu trabalho escolar, a sua jornada olímpica também será como uma volta para a casa. Sua mãe, Nina, nasceu em Tver e foi instrutora de patinação na Rússia antes de se casar com o pai de Polina e mudar-se para a área da baía de São Francisco.

“É tão especial que os Jogos Olímpicos são em Sochi”, disse Polina, que visitou a Rússia pela última vez quando ela tinha dois anos. “Temos tantos amigos e parentes lá; isso é emocionante, quase como se fosse destinado a acontecer.”

Polina – vice-campeã no Campeonato Americano de Patinação Artística em Boston, em janeiro – diz que a força da sua patinação se deve à sua herança russa e educação americana.

“Eu definitivamente tenho alguma influência russa na minha patinação, e eu acho que isso é bom para mim”, disse Polina, que começou a patinar com dois anos. “Apesar de eu não dizer que há um estilo específico de patinação, é mais um estilo de treinamento, e sou afortunada por ter tido ambos os estilos de treinamento.”

Por essa perspectiva, Polina reconhece a capacidade do seu esporte para promover a compreensão entre as culturas.

“Apesar de vivermos em áreas diferentes, [meus colegas competidores e eu] somos todos tão semelhantes, pois chegamos onde estamos por meio de trabalho duro”, disse ela.

Até o momento, o trabalho duro de Polina pagou enormes dividendos e audiência global dos Jogos Olímpicos representa um local perfeito para mostrar seu passado orgulhoso, bem como um futuro brilhante para a patinação artística.