<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><IIP_ARTICLE><TEMPLATE_VERSION>4.02</TEMPLATE_VERSION><LANGUAGE>Portuguese</LANGUAGE><POSTING_INFO><POST_DATE><![CDATA[07/23/2012]]></POST_DATE><POST_TIME><![CDATA[09:53:56]]></POST_TIME></POSTING_INFO><DOCUMENT><ARTICLE_DATE><![CDATA[07/23/2012]]></ARTICLE_DATE><ARTICLE_TIME><![CDATA[09:43:00]]></ARTICLE_TIME><ARTICLE_DATE_IN_LANGUAGE><![CDATA[23 de julho de 2012]]></ARTICLE_DATE_IN_LANGUAGE><CONTENT_REQUESTED_BY></CONTENT_REQUESTED_BY><TRANSLATION_REQUESTED_BY>Internal (IIP)</TRANSLATION_REQUESTED_BY><AUTHORING_INFO><CREATE_DATE><![CDATA[2012/07/23]]></CREATE_DATE><ORIGINAL_DATE_OF_PUBLISHING></ORIGINAL_DATE_OF_PUBLISHING><LAST_REVISION_DATE><![CDATA[2012/07/23]]></LAST_REVISION_DATE></AUTHORING_INFO><WORD_COUNT>818</WORD_COUNT><DOC_TYPE>IIP Staff Written</DOC_TYPE><ANNUNCIATOR></ANNUNCIATOR><HEADLINE><![CDATA[Relatório sobre SIDA afirma que infeções estão a diminuir]]></HEADLINE><SUMMARY></SUMMARY><CONTENT_HEADER></CONTENT_HEADER><CONTENT_BODY><![CDATA[Por Charlene Porter<BR>Redatora<BR><BR><p>
	Washington – O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o VIH/SIDA (ONUSIDA) informa que 34.2 milhões de pessoas em todo o mundo eram portadoras do VIH em 2001 e que um declínio na percentagem de novas infeções diminuiu a propagação da doença.</p>
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	O ONUSIDA publicou as suas últimas constatações acerca do âmbito e da dimensão da epidemia a 18 de julho, apenas uns dias antes do maior encontro internacional sobre a doença ter início em Washington. A XIX Conferência Internacional sobre SIDA está agendada para 22 a 27 de julho, estando prevista a participação de 25 mil pessoas que trabalham ou vivem com a doença, representando quase todos os países do mundo.</p>
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	Pela primeira vez, o ONUSIDA informa que o montante combinado de despesas internas para o VIH/SIDA ultrapassa o financiamento que os doadores internacionais concederam para ajudar os países mais afetados. Oitenta e um países aumentaram os seus investimentos internos no VIH/SIDA em mais de 50% num período de 5 anos, que terminou em 2011, segundo o relatório <em>Together We Will End AIDS </em>(Juntos vamos eliminar a SIDA, em tradução literal).</p>
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	O Diretor Executivo do ONUSIDA, Michel Sidibé, disse que uma das constatações assinala o começo de uma nova era no tratamento e na prevenção da doença. “É um momento de responsabilidade comum, certamente de responsabilidade mútua e de solidariedade mundial”, declarou ele ao apresentar as constatações durante um briefing na sede do ONUSIDA em Genebra.</p>
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	Uma tendência positiva, notada pela primeira vez em 2010, continuou em 2011 com 56 países a conseguirem taxas estáveis ou decrescentes de novas infeções com o VIH. Segundo o relatório, as novas infeções diminuíram em quase 20% nos últimos 10 anos, com menos 100 mil infeções em 2011 do que em 2010.</p>
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	“Sinto-me tão otimista como tenho sido em 30 anos”, disse o Coordenador Mundial da SIDA, Eric Goosby, que tem estado a trabalhar em casos de SIDA desde a identificação inicial do vírus na comunidade homossexual em S. Francisco. Goosby, que ajudou a implementar os planos nacionais de expansão do tratamento do VIH/SIDA na África do Sul, no Ruanda, na China e na Ucrânia, também participou no briefing em Genebra.</p>
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	O aumento gradual da disponibilidade de tratamento antirretroviral (TAR) para as pessoas portadoras do VIH/SIDA foi uma razão principal para o declínio de novas infeções. Os investigadores concluíram que o tratamento com medicamentos contém a virulência do vírus na corrente sanguínea e, ao mesmo tempo, reduz a capacidade do paciente de infetar outra pessoa durante o contacto íntimo.</p>
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	Goosby supervisiona o Plano de Emergência do Presidente dos EUA para combate à SIDA (PEPFAR), que tem sido o mecanismo principal para a facultar o tratamento TAR a um número crescente de pessoas desde o começo em 2004. Só em 2011, mais de 3.9 milhões de homens, mulheres e crianças receberam tratamento com a ajuda dos EUA, ou seja metade dos que estão a receber tratamento no mundo inteiro.</p>
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	Goosby afirmou que o sucesso do programa, ao trabalhar com governos estrangeiros para abranger e tratar populações em risco, tem sido essencial para abrandar a propagação da epidemia.</p>
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	“Isso também nos levou a concentrarmo-nos em intervenções de grande impacto na área da prevenção como a circuncisão masculina”, explicou Goosby, referindo-se também a esforços alargados para evitar a transmissão do vírus de mães grávidas para recém-nascidos.</p>
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	Desde 2004, os Estados Unidos atribuíram cerca de US$45.7 mil milhões ao PEPFAR, que ajudam os países mais afetados pelo VIH/SIDA, muitos dos quais se encontram na África Subsariana. A administração do antigo presidente George W. Bush propôs inicialmente um programa de cinco anos no montante de US$15 mil milhões. Com o forte apoio do Congresso, a administração Obama manteve e aumentou esse nível de financiamento.</p>
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	O terrível número de baixas causadas pelo VIH/SIDA é suportado não só pelos infetados mas também pelos seus familiares, filhos e comunidades. Os jovens adultos são os afetados com mais frequência e a doença esgota a sua capacidade.</p>
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	O PEPFAR em colaboração com governos em mais de 80 países, ajudou 13 milhões de pessoas afetadas pela SIDA com cuidados e apoio. Estas são filhos e familiares de pessoas infetadas com o VIH, que são com frequência jovens adultos, tão doentes que perdem a capacidade de se sustentarem a eles próprios e às suas famílias e de contribuírem para as suas comunidades. O PEPFAR apoiou mais de 4 milhões de crianças órfãs e vulneráveis só em 2011.</p>
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	O financiamento dos EUA para a ajuda internacional ao VIH/SIDA em 2012 é superior a US$ 6.6 mil milhões, cerca de 48% de toda a ajuda internacional atribuída a esta doença, segundo o ONUSIDA.</p>
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	Sidibé e Goosby também felicitaram os países da União Africana que lançaram o seu “Roteiro de Responsabilidade Comum e Solidariedade Mundial para SIDA, Tuberculose e Malária em África”. Numa cimeira da UA em Adis Abeba, Etiópia, os líderes da UA adotaram o plano a 17 de julho como um importante passo em frente na resposta da região a estas doenças.</p>]]></CONTENT_BODY><CONTENT_FOOTER></CONTENT_FOOTER><PROCLAMATION><![CDATA[]]></PROCLAMATION><CONTENT_TEASER><![CDATA[<p>
	À medida que o tratamento para doentes com SIDA aumenta gradualmente no mundo, a taxa de novas infeções começa a diminuir. Altos responsáveis dos EUA e das NU na área da luta contra a SIDA dizem que o mundo está prestes a controlar a epidemia, e que o fim da SIDA está à vista.</p>]]></CONTENT_TEASER><CONTENT_FACEBOOK><![CDATA[As Nações Unidas informam que muitos países estão a montar respostas mais fortes e melhores à SIDA. E o seu país?]]></CONTENT_FACEBOOK><CONTENT_TWITTER><![CDATA[@ONUSIDA informa sobre tendências positivas quanto a salvar vidas e evitar #infeções com #VIH/SIDA @AIDS2012 #saúde @PEPFAR]]></CONTENT_TWITTER><CONTENT_MOBILE_HEADLINE></CONTENT_MOBILE_HEADLINE><CONTENT_MOBILE_BLURB></CONTENT_MOBILE_BLURB></DOCUMENT><PUBLISHING_INFO><DO_NOT_DISTRIBUTE_ANYWHERE>0</DO_NOT_DISTRIBUTE_ANYWHERE><STAFF_USE_ONLY>0</STAFF_USE_ONLY><INCLUDE_IN_RSS>1</INCLUDE_IN_RSS><VERSION>1</VERSION><SLUG_ID><![CDATA[201207239458]]></SLUG_ID><ROOT_SLUG_ID><![CDATA[201207189285]]></ROOT_SLUG_ID><PRODUCT_ID>ARTICLE</PRODUCT_ID><PRODUCT_ID_NAME><![CDATA[Article]]></PRODUCT_ID_NAME><IIP_THEME_CODE>ECON</IIP_THEME_CODE><IIP_THEME_NAME><![CDATA[Economic Growth and Development]]></IIP_THEME_NAME><PACKAGE_TITLE></PACKAGE_TITLE><PACKAGE_TITLE_WITH_YEARMONTH></PACKAGE_TITLE_WITH_YEARMONTH><CATEGORY1><![CDATA[PT/REGION/AFRICA]]></CATEGORY1><COUNT_OF_CATEGORIES>1</COUNT_OF_CATEGORIES><PUBLICATION_TITLE></PUBLICATION_TITLE><PUBLICATION_TITLE_WITH_YEARMONTH></PUBLICATION_TITLE_WITH_YEARMONTH><PUBLICATION_TABLE_OF_CONTENTS>False</PUBLICATION_TABLE_OF_CONTENTS></PUBLISHING_INFO><SEARCH_ENGINE_KEYWORDS><![CDATA[SIDA 2012; VIH/SIDA; PEPFAR; Michel Sidibé; Eric Goosby; saúde ; medicina; desenvolvimento]]></SEARCH_ENGINE_KEYWORDS><MORE_COVERAGE_HEADLINE_1><![CDATA[Autoridades americanas saúdam delegados da conferência sobre Aids]]></MORE_COVERAGE_HEADLINE_1><MORE_COVERAGE_URL_1><![CDATA[http://iipdigital.usembassy.gov/st/portuguese/article/2012/07/201207209395.html]]></MORE_COVERAGE_URL_1><MORE_COVERAGE_HEADLINE_2></MORE_COVERAGE_HEADLINE_2><MORE_COVERAGE_URL_2></MORE_COVERAGE_URL_2><MORE_COVERAGE_HEADLINE_3></MORE_COVERAGE_HEADLINE_3><MORE_COVERAGE_URL_3></MORE_COVERAGE_URL_3><MORE_COVERAGE_HEADLINE_4></MORE_COVERAGE_HEADLINE_4><MORE_COVERAGE_URL_4></MORE_COVERAGE_URL_4><MORE_COVERAGE_HEADLINE_5></MORE_COVERAGE_HEADLINE_5><MORE_COVERAGE_URL_5></MORE_COVERAGE_URL_5><SmallPhotoURL1><![CDATA[http://photos.state.gov/libraries/amgov/3234/week_3/07182012_AP111130016061-1-300.jpg]]></SmallPhotoURL1><SmallPhotoCaption1><![CDATA[Esta clínica no Quénia está a fornecer terapia antiretroviral para esta mãe de três filhos que é portadora do HIV desde 2006.]]></SmallPhotoCaption1><PhotoCredit1><![CDATA[AP Images]]></PhotoCredit1><PhotoAltText1><![CDATA[Profissional de saúde vestida com jaleco trabalha com embalagens medicinais, enquanto uma mulher espera no outro lado da janela na área de atendimento ao cliente (AP Images) (AP Images)]]></PhotoAltText1><EnlargedPhotoURL1></EnlargedPhotoURL1><EnlargedPhotoCaption1></EnlargedPhotoCaption1><SmallPhotoURL2></SmallPhotoURL2><SmallPhotoCaption2></SmallPhotoCaption2><PhotoCredit2></PhotoCredit2><PhotoAltText2></PhotoAltText2><EnlargedPhotoURL2></EnlargedPhotoURL2><EnlargedPhotoCaption2></EnlargedPhotoCaption2><MULTIMEDIA_PAYLOAD><URL></URL><THUMBNAIL_URL></THUMBNAIL_URL><THUMBNAIL_CREDIT></THUMBNAIL_CREDIT><THUMBNAIL_ALT_TAG></THUMBNAIL_ALT_TAG></MULTIMEDIA_PAYLOAD></IIP_ARTICLE>