<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><IIP_ARTICLE><TEMPLATE_VERSION>4.02</TEMPLATE_VERSION><LANGUAGE>Portuguese</LANGUAGE><POSTING_INFO><POST_DATE><![CDATA[03/08/2013]]></POST_DATE><POST_TIME><![CDATA[12:41:11]]></POST_TIME></POSTING_INFO><DOCUMENT><ARTICLE_DATE><![CDATA[06/19/2012]]></ARTICLE_DATE><ARTICLE_TIME><![CDATA[17:02:00]]></ARTICLE_TIME><ARTICLE_DATE_IN_LANGUAGE><![CDATA[19 de junho de 2012]]></ARTICLE_DATE_IN_LANGUAGE><CONTENT_REQUESTED_BY></CONTENT_REQUESTED_BY><TRANSLATION_REQUESTED_BY>Internal (IIP)</TRANSLATION_REQUESTED_BY><AUTHORING_INFO><CREATE_DATE><![CDATA[2012/06/19]]></CREATE_DATE><ORIGINAL_DATE_OF_PUBLISHING>2012/06/19</ORIGINAL_DATE_OF_PUBLISHING><LAST_REVISION_DATE><![CDATA[2013/03/08]]></LAST_REVISION_DATE></AUTHORING_INFO><WORD_COUNT>540</WORD_COUNT><DOC_TYPE>Unattributed Staff Written</DOC_TYPE><ANNUNCIATOR></ANNUNCIATOR><HEADLINE><![CDATA[Medidas antimalária obtêm resultados que devem ser mantidos]]></HEADLINE><SUMMARY></SUMMARY><CONTENT_HEADER></CONTENT_HEADER><CONTENT_BODY><![CDATA[<p>
	Washington – Uma equipa de avaliação independente conclui que a Iniciativa do Presidente para a Malária (PMI – sigla em inglês) teve “muito sucesso” na redução dos óbitos infantis devido a doença parasitária causada por um mosquito, mas também adverte que o programa deve avançar para que essas conquistas sejam mantidas.</p>
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	O Centro para Saúde Global e Desenvolvimento (CGHD – sigla em inglês) na Universidade de Boston entregou o seu relatório ao Congresso a 5 de junho.</p>
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	A Iniciativa do Presidente para a Malária arrancou em 2006 e manteve-se até ao presente como uma componente da Iniciativa Mundial para a Saúde defendida pelo presidente Obama. O objetivo do programa é reduzir os casos de malária entre a população mais frágil, ou seja, as crianças com menos de 5 anos. A doença matou cerca de 655 mil em 2010 e as crianças pequenas africanas são o grupo demográfico afetado mais gravemente.</p>
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	Contudo, a doença tem demonstrado uma tendência constante para diminuir desde 2000 e a Organização Mundial da Saúde calculou que os óbitos diminuíram 33% em África desde 2000 e em cerca de mais de 25% mundialmente.</p>
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	A equipa de avaliação do CGHD passou sete meses a fazer visitas e a entrevistar profissionais da saúde nos países em que a PMI está em execução.</p>
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	“A história do controlo da malária tem sido de sucesso temporário seguido de fracasso”, segundo a equipa. “A PMI ajudou a criar um sucesso nesta última tentativa de controlo da malária; conceber uma estratégia para manter esses progressos e adaptá-los a desafios biológicos, políticos e financeiros é essencial para evitar que a história se repita”.</p>
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	A PMI tem como alvo 15 países de alto risco na África Subsariana com a aplicação massiva das medidas conhecidas para acabar com a doença: o uso de mosquiteiros impregnados de inseticida (ITNs – sigla em inglês) para evitar mordeduras de mosquito e pulverização com inseticida dentro das habitações. Um relatório do Dia Mundial da Malária preparado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional em finais de abril disse que os programas de pulverização protegeram 28 milhões de pessoas em 2011, e mais de 31 milhões de mosquiteiros foram distribuídos desde 2006.</p>
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	“Apesar de existirem importantes desafios biológicos, políticos e financeiros que podem minar as realizações até à data”, prossegue o relatório, “a PMI nos seus primeiros cinco anos de atividade granjeou e merece a tarefa de manter e alargar a resposta do governo americano aos esforços mundiais de controlo da malária”.</p>
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	O relatório do CGHD recomenda uma reavaliação dos métodos de prevenção da malária, incluindo do uso de inseticida, que, concluíram os investigadores, cobre uma fração da população em risco a um custo elevado.</p>
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	Em cada país a PMI dedica-se a construir relações e cooperação com programas nacionais de controlo da malária e o relatório sugere que se comece a considerar a transferência de alguns programas operacionais para serviços nacionais que tenham desenvolvido as capacidades necessárias.</p>
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	Quanto ao futuro, os investigadores sugerem que as dificuldades financeiras que afetam até as economias mais fortes do mundo podem causar um abrandamento na ajuda à saúde nos países em desenvolvimento. Tendo em conta essa perspetiva, o relatório menciona “um imperativo profundo” de os programas funcionarem da forma mais eficaz possível em termos de custos.</p>]]></CONTENT_BODY><CONTENT_FOOTER></CONTENT_FOOTER><PROCLAMATION><![CDATA[]]></PROCLAMATION><CONTENT_TEASER><![CDATA[<p>
	Uma medida dos EUA com 6 anos para vencer a malária na África Subsariana está a dar resultado, segundo um grupo independente de investigação. Mas o seu relatório pergunta: com os orçamentos a diminuir nos países doadores, será que esses resultados podem ser mantidos?</p>]]></CONTENT_TEASER><CONTENT_FACEBOOK><![CDATA[Que região do mundo tem um maior número de casos de malária? Como é que podem ser evitados?]]></CONTENT_FACEBOOK><CONTENT_TWITTER><![CDATA[Menos pessoas estão a sucumbir a #malária, mas podem as medidas de #saúdemundial ser mantidas ao longo do tempo? @CDCGlobal @USAID]]></CONTENT_TWITTER><CONTENT_MOBILE_HEADLINE></CONTENT_MOBILE_HEADLINE><CONTENT_MOBILE_BLURB></CONTENT_MOBILE_BLURB></DOCUMENT><PUBLISHING_INFO><DO_NOT_DISTRIBUTE_ANYWHERE>0</DO_NOT_DISTRIBUTE_ANYWHERE><STAFF_USE_ONLY>0</STAFF_USE_ONLY><INCLUDE_IN_RSS>1</INCLUDE_IN_RSS><VERSION>2</VERSION><SLUG_ID><![CDATA[201206197660]]></SLUG_ID><ROOT_SLUG_ID><![CDATA[201206066947]]></ROOT_SLUG_ID><PRODUCT_ID>ARTICLE</PRODUCT_ID><PRODUCT_ID_NAME><![CDATA[Article]]></PRODUCT_ID_NAME><IIP_THEME_CODE>ECON</IIP_THEME_CODE><IIP_THEME_NAME><![CDATA[Economic Growth and Development]]></IIP_THEME_NAME><PACKAGE_TITLE></PACKAGE_TITLE><PACKAGE_TITLE_WITH_YEARMONTH></PACKAGE_TITLE_WITH_YEARMONTH><CATEGORY1><![CDATA[PT/REGION/AFRICA]]></CATEGORY1><COUNT_OF_CATEGORIES>1</COUNT_OF_CATEGORIES><PUBLICATION_TITLE></PUBLICATION_TITLE><PUBLICATION_TITLE_WITH_YEARMONTH></PUBLICATION_TITLE_WITH_YEARMONTH><PUBLICATION_TABLE_OF_CONTENTS>False</PUBLICATION_TABLE_OF_CONTENTS></PUBLISHING_INFO><SEARCH_ENGINE_KEYWORDS><![CDATA[Malária; Iniciativa do Presidente para a Malária; Iniciativa Mundial para a Saúde; saúde mundial; desenvolvimento]]></SEARCH_ENGINE_KEYWORDS><MORE_COVERAGE_HEADLINE_1></MORE_COVERAGE_HEADLINE_1><MORE_COVERAGE_URL_1></MORE_COVERAGE_URL_1><MORE_COVERAGE_HEADLINE_2></MORE_COVERAGE_HEADLINE_2><MORE_COVERAGE_URL_2></MORE_COVERAGE_URL_2><MORE_COVERAGE_HEADLINE_3><![CDATA[External Evaluation of the President's Malaria Initiative (em inglês)]]></MORE_COVERAGE_HEADLINE_3><MORE_COVERAGE_URL_3><![CDATA[http://pmi.gov/news/docs/audit_fullreport.pdf]]></MORE_COVERAGE_URL_3><MORE_COVERAGE_HEADLINE_4></MORE_COVERAGE_HEADLINE_4><MORE_COVERAGE_URL_4></MORE_COVERAGE_URL_4><MORE_COVERAGE_HEADLINE_5></MORE_COVERAGE_HEADLINE_5><MORE_COVERAGE_URL_5></MORE_COVERAGE_URL_5><SmallPhotoURL1><![CDATA[http://photos.state.gov/libraries/amgov/3234/week_1/06062012_Malaria-bed-net-300.jpg]]></SmallPhotoURL1><SmallPhotoCaption1><![CDATA[Crianças espreitam por baixo do ITN pendurado no norte do Uganda. O ITN reduz as mortes e as doenças causadas pelas malária, se usado correta e constantemente todas as noites.]]></SmallPhotoCaption1><PhotoCredit1><![CDATA[Gilbert Awekofua/Photoshare]]></PhotoCredit1><PhotoAltText1><![CDATA[Crianças africanas espreitam por baixo de um mosquiteiro (Gilbert Awekofua/Photoshare)]]></PhotoAltText1><EnlargedPhotoURL1></EnlargedPhotoURL1><EnlargedPhotoCaption1></EnlargedPhotoCaption1><SmallPhotoURL2></SmallPhotoURL2><SmallPhotoCaption2></SmallPhotoCaption2><PhotoCredit2></PhotoCredit2><PhotoAltText2></PhotoAltText2><EnlargedPhotoURL2></EnlargedPhotoURL2><EnlargedPhotoCaption2></EnlargedPhotoCaption2><MULTIMEDIA_PAYLOAD><URL></URL><THUMBNAIL_URL></THUMBNAIL_URL><THUMBNAIL_CREDIT></THUMBNAIL_CREDIT><THUMBNAIL_ALT_TAG></THUMBNAIL_ALT_TAG></MULTIMEDIA_PAYLOAD></IIP_ARTICLE>